Cubanos já podem alugar carros e comprar motonetas
Governo de Raúl Castro permite acesso a produtos importados.
Rumores indicam que em breve povo poderá comprar carros.
O povo cubano ganhou algumas liberdades depois que Fidel Castro se afastou do poder. Uma delas é a permissão para alugar carros, um direito antes permitido apenas a turistas. A medida, que entrou em vigor na
Há cerca de 15 dias, já havia sido permitida a compra de alguns eletrodomésticos, como DVDs, microondas e televisões. Agora, os cubanos ganharam também o direito de freqüentar hotéis, até então exclusivos para turistas estrangeiros
.
Com a abertura de Raúl Castro, já circulam rumores de que a comercialização de automóveis particulares seria liberada em breve. segunda-feira (31), faz parte de um pacote de reforma econômica adotada por Raul Castro, que assumiu o comando do país no lugar do irmão.
Também foi liberada a venda de ciclomotores, as pequenas motos do tipo Scooter que poderão substituir gradativamente o uso das bicicletas pelos cubanos. Os ciclomotores são comercializados a preços que variam entre 794 e 994 pesos conversíveis (CUC), equivalentes a US$ 857 e US$ 1.073, de acordo com seu modelo.
"Esta é a melhor coisa que acontece em Cuba em 49 anos. Eu acabo de comprar um para minha mulher", disse Ariel, cubano empregado em uma firma estrangeira.Leia também:
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Até hoje Cuba vê nas ruas a frota de carros antigos produzidos nos Estados Unidos nas décadas de 1920 a 1950. A renovação parou no tempo com a revolução liderada por Fidel Castro em 1959, seguida pelo embargo comercial norte-americano. Desde então, é possível encontrar verdadeiras relíquias como carros Buick, Oldsmobile, Chevrolet Bel-air, Plymouth, Dodge e Cadillac "rabo-de-peixe" circulando pelas ruas.
O povo ainda vê as melhorias com ressalvas. "Essas medidas são mais políticas que econômicas", comentou o engenheiro Alfredo Rodines. "Quem vai querer ir a um hotel ou alugar um carro? Mas ficamos felizes em saber que agora temos a liberdade de fazê-lo."















1 comentários:
Só falta a quebra do tal Embargo americano...
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