Acompanhante de Spitzer ganha US$ 1 milhão com músicas na internet, diz imprensa dos EUA
As relações do governador de Nova York Eliot Spitzer com uma rede de prostituição de luxo - que lhe custou o cargo - estão rendendo muito dinheiro para uma Ashley Dupre, a garota de programa que o atendeu. Aspirante a cantora, ela arrecadou, de acordo com a imprensa americana, cerca de US$ 1 milhão com duas músicas suas que podem ser baixadas na internet.
Escute as músicas
Galeria de Fotos: a mulher que derrubou Spitzer
The New York Times: leia a primeira reportagem publicada sobre o caso
Perfil: Eliot Spitzer, de governador a 'Cliente 9' de prostituta de luxo
The New York Times: A jovem que derrubou o governador Spitzer
As canções "What we want" ("O que nós queremos") e "Move Ya Body" ("Mova seu corpo") já foram baixados mais de duas milhões de vezes no site www.amiestreet.com. Elas ocupam o 1º e 3º lugar no 'hit-parade' do site.
A jovem recebe 70% dos US$ 0,98 centavos cobrados por cada download.
A cantora, que interpreta suas canções com um estilo "rythm'n blues" marcado pelo pop, lembra ligeiramente Beyoncé. Em seu site de relacionamento MySpace, ela afirma que foi influenciada por Etta James, Aretha Franklin, Whitney Houston, dentro outros.
Ashley Dupré estaria ainda em negociações para posar nua para revistas como Penthouse ou Hustler, acreditam vários jornais.
"Ela vai aceitar, porque quer fazer carreira na música", considera Jean Twenge, do jornal "amNewYork".
Ainda de acordo com o seu "MySpace", Ashley saiu de casa aos 17 anos, um lugar "quebrado", e desde então conheceu as drogas, os abusos, a solidão e a pobreza. "Mas sobrevivi, decidi vir à Manhattam, e aqui estou, em Nova Iorque, a favor da minha música", escreve.
"Se não tivesse passado por momentos tão difíceis, não seria capaz de apreciar os bons. Sim, é um clichê, mas é verdadeiro", acrescenta.
Ashley Dupré, que na verdade se chama Ashley Youmans ou "Kristen" nos registros telefônicos feitos pelo FBI e que comprovam que Eliot Spitzer se envolvia com uma rede de prostituição, recusa- se, até o momento, a dar qualquer entrevista.














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